Pela manhã, ouviras a minha voz ó senhor,pela manhã eu farei a minha oração evigiarei;Sl 5.3: Deus é o segredo de nossa vitória, e todos aqueles que confiam nele, também tem vitória. Pr. Oseias
terça-feira, 18 de julho de 2017
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segunda-feira, 20 de março de 2017
escola bíblica dominical
ESCOLA DOMINICAL
Lição 12
Quem Ama Cumpre
plenamente a Lei Divina
19 de março de 2017
TEXTO ÁUREO
"A
ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos
outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei." Rm 13.8
VERDADE
PRÁTICA
Amar a Deus e ao
próximo é cumprir plenamente a lei divina.
LEITURA
BÍBLICA EM CLASSE
Romanos
12.8-14
8 - Ou o que exorta, use esse dom em
exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o
que exercita misericórdia, com alegria.
9 - O amor seja não fingido.
Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem.
10 - Amai-vos cordialmente uns aos
outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.
11 - Não sejais vagarosos no cuidado;
sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor;
12 - Alegrai-vos na esperança, sede
pacientes na tribulação, perseverai na oração;
13 - Comunicai com os santos nas suas
necessidades, segui a hospitalidade;
14 - Abençoai aos que vos perseguem;
abençoai e não amaldiçoeis.
HINOS SUGERIDOS: 145, 254, 363 da
Harpa Cristã
INTRODUÇÃO
Já estudamos alguns aspectos do fruto do
Espírito e obras
da carne. Deixamos para tratar a respeito do amor em uma única lição,
pois o objetivo é que venhamos compreender a singularidade e a importância
desse aspecto do fruto do Espírito.
Podemos agrupar os nove aspectos do
fruto do Espírito Santo da seguinte maneira: Os atributos que tratam do nosso
relacionamento com Deus: amor, paz e alegria. Os que tratam do nosso
relacionamento com o próximo: longanimidade, benignidade e bondade. Os que
tratam do nosso relacionamento com nós mesmos: fidelidade, mansidão e domínio próprio.
Porém, nesta lição, veremos o aspecto do amor. A maior marca de uma igreja não
é sua teologia, seu templo, tradições, mas sim o seu amor para
com o Senhor Jesus e para com o próximo.
I - A SINGULARIDADE DO
AMOR AGÁPE
1. Amor, um aspecto do
fruto.
O amor é o primeiro aspecto do fruto
que encontramos na relação de Gálatas 5.22. Podemos afirmar que tal sentimento
é o solo onde os demais aspectos do fruto devem ser cultivados. Paulo relata a
suprema excelência do amor em 1 Coríntios 13. A língua grega possui três
vocábulos para denominar o amor: agápe, amor divino; philéo, amor entre amigos
e eros, amor entre cônjuges.
2. O amor agápe.
O amor de Deus é expresso no grego
pela palavra agápe. Tal vocábulo significa "amor abnegado e
profundo". Um dos atributos do nosso Deus é o amor (1 Jo 4.8). Seu amor
por nós é ímpar. Não podemos nos esquecer que hoje amamos ao Pai e ao próximo
porque o amor divino nos alcançou primeiro: "Nós o amamos porque ele nos
amou primeiro" (1 Jo 4.19). O que fizemos para merecer tal amor? Nós não
fizemos nada. O mérito de tal sentimento não é nosso. Mas Ele nos amou quando
éramos ingratos e maus e nos deu o seu Filho Unigênito para morrer em nosso
lugar (Jo 3.16).
3. O amor agápe derramado
em nós.
Quando recebemos, pela fé, o Senhor
Jesus, nos tornamos uma nova criatura (Jo 3.3). E, assim, foi-nos enxertado o
amor que é a essência do Pai. Se somos discípulos de Cristo, amamos ao Pai e ao
próximo. O amor de Deus em nós nos proporciona: paz, longanimidade,
benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança (Gl 5.22). Quem tem o amor de
Deus considera o próximo e está sempre disposto a servir a todos, assim como o
nosso Mestre (Mc 10.45).
II - AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO
1. O amor a Deus.
O amor de Deus por nós é altruísta,
abnegado e ímpar. E a única coisa que Ele nos pede é que também venhamos a
amá-lo com todo o nosso coração: [...] "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo
o teu coração [...]" (Mt 22.37). Como podemos expressar nosso amor a Deus?
De diferentes formas: sendo fiéis em nossos dízimos e ofertas, louvores,
orações, lendo a Bíblia, etc. Mas a melhor maneira de expressar nosso amor a
Deus é abandonar o pecado e procurar ter uma vida santa. Quem ama a Deus não
tem prazer na prática do pecado. Quem se encanta com o pecado não ama ao Senhor
e nunca o conheceu. Por isso, Jesus afirmou que muitos dirão naquele Dia:
"Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não
expulsamos demônios? (Mt 7.22). A resposta do Senhor para estes é apenas uma:
[...] "Nunca vós conheci [...]" (Mt 7.23).
2. O amor a si mesmo.
Amar a si mesmo pode parecer
narcisismo, mas não é. Pois se você não se amar e aceitar-se, como poderá amar
a Deus? Amar a si mesmo é acima de tudo um mandamento divino: "[...]
Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mt 24.9). Certamente não gostamos
das nossas falhas e imperfeições. Não somos perfeitos, mas precisamos colocar
diante do Senhor tudo o que somos para que Ele venha nos transformar.
3. O amor ao próximo.
Para amar o próximo com o amor ágape
é preciso amar a Deus primeiramente. O apóstolo João diz que Deus é amor, quem
não ama, jamais o conheceu (1 Jo 4.7,8,12,20). Certa vez, um fariseu perguntou
a Jesus qual era o grande mandamento da Lei. Então, o Mestre ensinou que amar
ao Senhor de todo o coração e ao próximo é um resumo de todos os mandamentos
(Mt 22.37-40). É importante ressaltar que amor não é somente sentimento, mas
ação. Não basta amar somente de palavras.
O amor como fruto do Espírito faz com
que eu queira para os outros aquilo que desejo para mim. Faz com que eu tenha
prazer em doar meu tempo, meus dons e talentos para o bem do meu próximo.
III - SOB A TUTELA DO AMOR, REJEITEMOS AS OBRAS DAS TREVAS
1. Debaixo da tutela do amor.
O que é uma tutela? A tutela é um
"encargo jurídico de velar por, representar na vida civil e administrar os
bens de menor, interdito ou pessoa desaparecida". Logo, ter um tutor
significa ter alguém para amparar, defender e proteger. Fora da tutela do amor
agápe, amor divino, o crente pode voltar à prática das velhas obras infrutuosas
da carne. Sem o amor de Deus, em nós, somos capazes de amar mais as trevas que
a luz (Jo 3.19).
2. Amor, antídoto contra o pecado.
Quem ama não trai o seu cônjuge, não
mata, não rouba, não cobiça, não dá falso testemunho, ou seja, não faz nada que
possa desagradar ao Pai Celeste. Se quisermos evitar as obras da carne,
precisamos nos encher do Espírito Santo e do seu amor (Ef 5.18). O amor nos faz
agir de modo cortez e paciente, demonstrando ao mundo que somos discípulos de
Cristo (Jo 13.35).
3. O amor leva à obediência.
O amor, fruto do Espírito, não é um
mero sentimento. Amar envolve ação, atitude (1 Jo 3.18). O que torna uma igreja
forte não são seus recursos financeiros, seus líderes ou o número de membros,
mas o amor revelado em atitudes e palavras. Quem ama tem prazer em ouvir e
obedecer a Palavra de Deus: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra.
[...] Quem não me ama não guarda as minhas palavras" (Jo 14.23,24). Quem
ama obedece e vive de modo a agradar o Pai.
Sem o amor de Deus, em nós, somos
capazes de amar mais as trevas que a luz.
CONCLUSÃO
Como nova criatura, você precisa amar
e evidenciar esse amor mediante suas atitudes e palavras. Que venhamos rogar ao
Pai um coração amoroso, capaz de amar até mesmo aqueles que se declaram nossos
inimigos (Mt 5.44).
SUBSÍDIO DIDÁTICO
Professor, inicie o primeiro tópico da lição fazendo a seguinte
indagação: "Quais são as três dimensões do amor ágape?" Ouça os
alunos e incentive a participação de todos para que aula se torne dinâmica. Em
seguida, desenhe no quadro duas linhas: uma vertical e uma horizontal. Depois
desenhe um ponto. A seguir explique que o amor divino possui três dimensões:
(1) A dimensão vertical (aponte para a linha vertical). Diga que é o
amor em direção a DEUS. (2) Dimensão horizontal (aponte para a linha
horizontal). Fale que é amor em direção ao nosso semelhante. (3) Dimensão
interior (mostre o ponto). É o amor em direção a nós mesmos. Diga que se
conseguirmos cumprir essas três dimensões, cumprimos toda a lei. Para concluir,
peça que um aluno leia Lucas 10.27: "Amarás ao Senhor, teu DEUS, de todo o
teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu
entendimento e ao teu próximo como a ti mesmo." Explique que como crentes
precisamos viver esses três aspectos.
PARA REFLETIR - A respeito de quem ama cumpre
plenamente a lei divina, responda:
Qual é o primeiro fruto que encontramos na relação de Gálatas 5.22?
O amor.
Cite três vocábulos da língua grega para denominar o amor.
Agápe, amor divino; philéo, amor entre amigos e eros, amor entre cônjuges.
O que significa o amor agápe?
Tal vocábulo significa "amor abnegado e profundo".
O que o amor de DEUS em nós proporciona?
Ele faz com que venhamos obedecer a DEUS.
Nossa obediência a DEUS e a sua Palavra é resultado de quê?
É resultado do amor altruísta do Pai em nós
Qual é o primeiro fruto que encontramos na relação de Gálatas 5.22?
O amor.
Cite três vocábulos da língua grega para denominar o amor.
Agápe, amor divino; philéo, amor entre amigos e eros, amor entre cônjuges.
O que significa o amor agápe?
Tal vocábulo significa "amor abnegado e profundo".
O que o amor de DEUS em nós proporciona?
Ele faz com que venhamos obedecer a DEUS.
Nossa obediência a DEUS e a sua Palavra é resultado de quê?
É resultado do amor altruísta do Pai em nós
a) “De todo o teu coração”. No Antigo Testamento, DEUS disse: “Não terás outros deuses diante de mim” (Ex 20.3). Era um preceito, uma determinação legal. Nosso Senhor JESUS CRISTO, tomou esse preceito e o transportou para a esfera do amor. O Senhor não admitia nem admite que o crente tenha outro DEUS além dEle, em seu coração. Não se pode servir a DEUS com coração dividido. O amor a Ele devotado deve ser total, incondicional e exclusivo, verdadeiro e santo. É condição indispensável, inclusive, para poder encontrar a DEUS: “E buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração (Jr 29.13).
b) “De toda a tua alma”. A alma é a sede da emoções, dos sentimentos. Podemos dizer que é o centro da personalidade humana. O amor a DEUS deve preencher todas as emoções e sentimentos do cristão. Maria disse: “A minha alma engrandece ao Senhor” (Lc 1.46). O salmista adorou: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios” (Sl 103.1,2).
c) “De todo o teu entendimento”. Isso fala de compreensão, de conhecimento. Aquele que ama a DEUS de verdade, tem consciência plena desse amor, sendo, por isso, grato ao Senhor. É o culto racional (Rm 12.1b).
d) “De todas as tuas forças”. Certamente, o Senhor JESUS referia-se aos esforços espiritual, pessoal, emocional, e, muitas vezes, até físico, voltados para a adoração a DEUS.
De que valeria a nosso semelhante um amor de indicações?
O segundo mandamento – amar ao próximo (v.31). JESUS, complementando a resposta ao escriba, acrescentou que o segundo mandamento, semelhante ao primeiro, é: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”, concluindo que “Não há outro mandamento maior do que este”. Os judeus, a exemplo dos orientais em geral, não valorizavam muito o amor ao próximo. O evangelho de CRISTO trouxe nova dimensão ao amor às pessoas. Paulo enfatiza isso, dizendo : “porque quem ama aos outros cumpriu a lei” (Rm 13.8b); “O amor não faz mal ao próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor (Rm 13.10).
CARACTERÍSTICAS DE
UMA VERDADEIRA ESPIRITUALIDADE
1. Uma Espiritualidade
Trinitária:
A
verdadeira espiritualidade coloca Deus no centro. O Espírito glorifica a
Cristo. A soberania de Deus é proclamada e vivida. (1Cr 29.11; Dn 4.35; Sl
115.3; 1Tm 6:15; Ef 1.11; Rm 11.36; Sl 39.9). O homem não passa de vaso de
barro. (Is 29.16; 45.9; 2Co4.7).
2. Uma Espiritualidade
Verdadeira Coloca o homem no seu devido lugar:
Quem é
o homem? 1Rs 8.46; Jo 14.4; Sl 51.5; Sl 58.3; Ec 7.20; Is 64:6; Jr 4.22; Jr
9.5-6; Jr 13.23; Jr 17.9; Jo 3.3; Jo 3.19; Jo 3.36; Jo 5.42; Jo 8.43,44; Rm
3.10-11; Rm 5.12; Rm 7.18, 23; Rm 8.7; 1Co 2.14; 2Co 4.4; Ef 2.3; Ef 4.18; 2Tm
2.25-26; 2Tm 3.2-4; Tt 1.15.
3. Uma Espiritualidade
Comunitária.
A
verdadeira obra do Espírito produz amor cristão na igreja. Reconciliação e
comunhão que desemboca na sociedade.
4. Uma Espiritualidade
Centrada na Palavra de Deus.
A
verdadeira obra do Espírito aproxima as pessoas da Palavra de Deus. O
misticismo afasta.
5. Uma Espiritualidade Missionária.
Há
serviço, oração, intercessão, quebrantamento que extrapola os muros de nossas
igrejas. Vai para o campo, para as ruas, guetos e becos. Não fica apenas
“decretando” e “amarrando” os demônios na cadeira confortável de seu templo.
Não existe verdadeira espiritualidade sem serviço. Hoje há muito ativismo, mas
pouco serviço.
Como reconhecer o trabalho
do Espírito Santo de Deus?
Três critérios nos
auxiliarão:
(1) O fim principal do
trabalho do Espírito é a Glória de Deus.
Cristo, cheio e liderado
pelo próprio Espírito, assim especificou – Jo 4.34; 5.19; 5.30; 5.43; 6.38;
17.4. No que dizem respeito aos demônios, estes procuram a auto adoração e a
própria glorificação. Não é esse o desejo de muitos pregadores de hoje?
(2) A suprema autoridade do
Espírito é a Palavra de Deus: Dt 29.29.
Demonstrar mais estima e procura por “revelações
ocultas” do que pela revelação bíblica, é um insulto ao Deus todo-poderoso, que
nos criou em amor para que o adorássemos e o servíssemos. Sola Scriptura: Sl
19.7; 119.130; Pv 1.1,4; Ef 3.1-2,4; Dt 4.2; Dt 12.32; Pv 30.5-6; Ap 22.18-19;
Mt 15.3-6; Mc 7.5-7; 1Tm 4.1-2.
(3) A mensagem principal do
Espírito é o Evangelho de Deus (At 1.2 e 8).
O PERIGO OPOSTO DE TUDO
ISSO: O racionalismo exagerado: Ou seja, não crer na ação
do Espírito Santo nos dias de hoje. Não sentir mais a necessidade de orar, de
buscar a presença de Deus, de santificação, de quebrantamento.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
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